Lição de saúde!
“Somos
as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que
pensamos e sentimos! Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos
pensamentos e sendo modificadas por eles.
Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao
contrário, pode fortificá-lo tremendamente.
A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.
A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de
pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse. Quem
está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte
no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o
nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptídicos
na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas
sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas
lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.
Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa
encontra uma nova posição.
Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os
corpos que realmente desejamos.
A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por
causa de um emprego perdido.
O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.
Shakespeare não estava sendo metafórico quando disse: “Nós somos feitos da
mesma matéria dos sonhos.”
Você quer saber como está seu corpo hoje?
Lembre-se do que pensou ontem. Quer saber como estará seu corpo amanhã? Olhe
seus pensamentos hoje! Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará
por você” (Médico Indiano Neurocientista Deepak Chopra).
Deepak Chopra, (Hindi: दीपक चोपड़ा) (Nova Deli, 22 de outubro de 1947) é um médico indiano radicado nos Estados Unidos.
É formado em medicina pela Universidade de Nova Deli.
É também um escritor e professor de ayurveda, espiritualidade e medicina corpo–mente.
https://valeriabritoterapias.com.br/texto-publicado-no-site-do-medico-neurocientista-deepak-chopra/
http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/medico-neurocientista-deepak-chopra/
Garganta!
O tchê disse que devia ter amigdalite desde o nascimento, devido a um
furo na garganta que ia desde a pele externa até o canal interno e devido a
esse problema, frequentemente purgava pelo furinho e isso acontecia sempre que
o tempo esfriava muito. Ele também me relatou que frequentemente ficava
internado no Hospital de Caridade na cidade de sua infância, Santa Maria, no
RS. Numa das internações, quando estava na enfermaria e sentia fome, ele
gritava “tô com fome”. Aí vinha a enfermeira, que era uma freira (o hospital
era atendido por freiras) para conversar com ele, mandava vir a comida, mas
antes aplicavam uma injeção. Na enfermaria havia outras pessoas e eles
conversavam entre si. Quando, no segundo dia comentou com os outros internos de
que estava com fome, incentivado pelos outros internos, ele gritou que estava
com fome, novamente a freira (enfermeira) mandou vir a comida, mas antes,
novamente a injeção. Depois desse dia, nunca mais sentiu fome no hospital, mas
as injeções não deixaram de ser aplicadas. Lembrou também que numa visita
matinal do médico à sua cama, ouviu o médico dizer à sua mãe: “quando ele fizer
oito anos nós vamos fazer a cirurgia na garganta para retirada das amígdalas e
ele não terá mais estes problemas”. Daí ele julga que deveria ter nessa época,
uns quatro ou cinco anos, pois ainda nem ia à escola e nem trabalhava. A
propósito, nunca fez a tal cirurgia das amígdalas e o corrimento do furinho na
garganta era tiro e queda, em mais de setenta anos virou aviso de que vai se atacar....
Estômago!
Ele também me relatou que sempre foi muito ansioso, nervoso e impaciente, tanto que aos vinte e dois anos sofria de gastrite e desenvolveu úlcera péptica estomacal e, em consulta com o cirurgião, após vários exames médicos, este lhe falou que a cirurgia o curaria daquela úlcera, mas outras, provavelmente surgiriam e, inconformado com o possível resultado, ele quis saber o porquê? E o médico muito atencioso, pacientemente explicou: “tu tens de curar primeiro a cabeça, para depois curar o estômago”. E foi depois desta conversa com o cirurgião que ele começou a tomar juízo (ou assim pensava), deixando de se preocupar tanto com o que tinha de fazer. Ele dizia que até então: “missão dada é missão cumprida” e depois disso as coisas começaram a mudar: “para tudo há seu tempo”. Deixou de fazer a cirurgia, fez tratamentos caseiros para combater a úlcera à base de batata inglesa batida no liquidificador com leite e bebia aquela gosma pelo menos três vezes ao dia, após as refeições. Recuperou-se, mas entre altos e baixos, os sintomas vão se transformando em azia, má digestão e passados os anos, refluxo (não dormir de barriga prá cima, sempre de lado, uso de travesseiro bem alto ajuda muito)! A cura? Como não curou a cabeça, também não conseguiu curar o estômago! Mas... os “prazol” foram abandonados! Um dia ou dois usa água com limão (receita do Dr Lair Ribeiro), um dia água de coco (muito caro), outro dia usa água com canela (receita da Nutricionista), no outro usa água com cravo da índia (receita do Google) e assim passa o tempo e a doença fica quase esquecida, já que não conseguimos seguir os ensinamentos dos médicos indianos. ultimamente segue também receitas de Clínicas do Aparelho Digestivo, tipo "Nutrição Eficiente", onde diminuiu o consumo de arroz e aumentou os legumes como inhame, chuchu, cará, batatas, verduras, e por aí vai. melhorou muito e parou até de engordar. Carnes vermelhas teve de deixar de lado por causa da gota serena! Só carne de frango e peixes!
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