quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

VÍDEOS ENGRAÇADOS



Dog caçando

cats


Dancing woman


Running
Biricutico na Praça é Nossa.


Lanternagem de pessoas

Amigos são para ajudar.

Corno filmando




















 

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

INTRODUÇÃO

    Estas postagens tem a pretensão de expor um pouco a trajetória e a vida de uma pessoa que passou muitas peripécias, aventuras, desventuras, alegrias, sofrimentos e muito, mas muitos mesmos, dissabores. Esmoleiro (pedinte nas ruas) foi meu primeiro dissabor, porque eu não gostava de pôr roupa remendada, rota, expoída coisas que estão na moda hoje e andar na rua, junto com a mãe. Depois ganhei meu primeiro emprego: guia de cego (pedindo esmola na rua o que era a continuação, só que na companhia de um homem. De casa em casa, a mesma coisa que eu não gostava de fazer). Aí comecei a ganhar educação: não sabia como agir (só tinha seis anos) mas ao subir ou descer degraus, calçadas, meios-fios, se o Seu Maneco desse uma topada porque eu esquecia de parar e dizer), era um tapa que eu levava (era bem na orelha ou na cara). Rapidinho aprendi a profissão. Segundo meus familiares, trabalhei quase ano e meio. Nesse período conheci metade do meu querido RS. Viajávamos de trem, em vagão de 2ª Classe, quando era de ônibus, quase sempre era pela Barin, sempre de graça e a nossa pousada geralmente era nos presídios (nessa época eram vazios).

       Como escrito, antes mesmo de ter ido para a escola, que no meu tempo iniciava aos sete anos, já trabalhava. Quando iniciei os estudos tive de me adaptar ao horário escolar. Então troquei de emprego: ui entregador de leite, cuidador de gado, limpador de hortaliças, depois engraxate, jornaleiro, mais tarde fui trabalhar em padaria (das 3:00Hs até 09 ou 10Hs) nesse tempo havia terminado a 5ª Série e foi o início da minha vida no trabalho. Não acreditas? nem meus filhos acreditaram, quando começaram a ter compreensão das coisas. então numa viagem à casa da vó, obtiveram a confirmação por parte dela e dos tios também, mas para não ficar muito cansativo, vamos ao que interessa.  Ao longo do tempo aprendi a separar o joio do trigo e as coisas ruins foram ficando no caminho e somente sobraram as coisas boas, como as aqui descritas nas páginas seguintes.

       Ainda não sei se terei coragem de publicar as reais postagens para o qual  foi feita a criação deste blog.  DARCIGP na opinião de alguns o GP significa  "GAÚCHO PUTO", outros dizem que é "Gay da Prostituição" ou "Garoto de Programa" e por aí vai.... Faça sua tradução do GP e me mande!   

    como sempre, as coisas acontecem com os outros, raramente acontecem com aquele/a que escreve, daí poucas coisas acontecem na 1ª Pessoa (EU), quase tudo é escrito na 2ª Pessoa: ELE, afinal, é do tchê que vamos falar e não de mim! 

A propósito, se ainda não fez PAS, ENEM ou VESTIBULARES, prepare-se totalmente grátis no:  darcigp.blogspot.com ou cem3dogama.blogspot.com .



segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

PIADINHAS POPULARES

 O médico pergunta ao paciente...
- Mas o que você prefere, ter Parkinson ou alzheimer???
Aí o paciente...
• Parkinson dotô!
Médico:
• Mas por quê???
Paciente:
• Porque prefiro derramar metade da pinga, do que esquecer onde guardei a garrafa!!!


Um homem sentado na varanda de sua casa com a esposa, diz:
- Eu te amo! -
Ela pergunta:
- Esse é você ou já é a cerveja falando?
Ele responde:
- Esse sou eu... falando com a cerveja.


O Chefe para o empregado:
- Acreditas na vida depois da morte?
O empregado:
- Claro que não! Não existem provas disso.
O Chefe:
- Pois, mas agora existem. Ontem, depois de teres saído mais cedo para ir ao funeral do teu tio, ele veio aqui à tua procura!...


A esposa entra no escritório do marido com a mãe ao lado e diz:
- Beto, é verdade que seu sócio acaba de morrer? ΟΛΙ
- É sim querida, porque?
-Você pode botar mamãe no lugar dele?
- Fale com o coveiro, por - mim tudo bem.


O bêbado chegou no bar e disse:
- Compadre, eu sou Deus.
O dono do bar disse:
- Para de blasfemar, você já disse
isso mais de mil vezes!
O bêbado falou:
- Eu vou te provar vem comigo!!
Chegando na igreja o padre disse:
- Meu Deus! você aqui de novo!

Essa vai para os idosos:
Hoje fui comprar roupas.
Na hora de pagar apresentei um par de
meias no caixa e o resto das roupas
coloquei numa sacola.
A atendente perguntou:
- Só as meias? E essas roupas na sacola
Eu respondi: -Sou idoso!
Ela: - E daí?
Eu respondi: - Idoso só paga meia!
... fui expulso da loja. Pode?


O fazendeiro estava dando comida para os porcos, quando deixa cair 3 notas de cem reais, e o porco nhac, nas notas! Puto da vida o fazendeiro vai até o bar mais próximo e pede:
- Bota duas cachaças aí!
O fazendeiro toma uma dose e dá a outra para o porco.
Depois dá um pontapé no porco e ele cospe uma nota de cem. 
O cara do bar vê a cena e diz:
- Pago mil, por este porco!
- Não está à venda, meu caro!
A cena se repete: toma uma dose e dá a outra para o porco , dá um pontapé e o porco cospe a segunda nota de cem! 
E o dono do bar.  - Olha... Pago 3 mil!
- De jeito nenhum!!! Ele não está à venda. Mais duas cachaças e ele toma uma e dá a outra para o porco que em seguida cospe a última nota de cem.
E o dono do bar:
- Pago 10 mil e fim de papo!
- Bão, já que o senhor insiste fica com este porco para o senhor! 
No dia seguinte, o fazendeiro vē no jornal da cidade:
"Bêbado mata porco a pontapé!"


domingo, 18 de janeiro de 2026

DESVENTURAS NO RJ!

 

      O PRIMEIRO ALMOÇO NO RJ!

Ao ir para o Rio de Janeiro em busca de melhores oportunidades, de trabalho e de vida, fiz amizades já no ônibus e conheci o Diniz, o Jairo e o Clóvis. Este era um cara quase gordo e bom de garfo. O Diniz, um cara muito desconfiado e medroso. Imaginem vocês que ele “costurou o bolso” onde carregava o dinheiro na viagem. Em conseqüência, rapidinho ele ficou sem, e dependia dos outros pagarem prá ele, até chegar ao Rio e poder descosturar o bolso.  O Tchê era tranquilo e bem humorado; tudo estava bom prá ele e nos tornamos bons amigos.   Assim que descemos na Rodoviária nos dirigimos para a “Central do Brasil”, tomamos o trem, para a Zona Norte, até Madureira e chegamos “de mala e cuia” num restaurante para o almoço, estava lotado, e nós colocamos as malas embaixo da mesa, muito desajeitados nos sentamos.  A grana não era farta prá nenhum de nós e chamamos o garçom para nos informar os preços e as condições de pagamento. Na nossa terra o almoço mais barato era conhecido como “completo”; no Rio, o Garçom disse: “PF”, sigla para “Prato Feito pela casa”.  Entramos em acordo e pedimos quatro “PFs”. O Clóvis, um comilão crônico, chamou o garçom para o lado dele e falou baixinho no seu ouvido: “Garçom, pede para o cozinheiro caprichar no feijão, porque eu tô a perigo!”    A primeira decepção, ou quem sabe a primeira vergonha, ou desventura, ou peripécia?  Vá a gente entender a seguinte cena em cada um de nós?...  O garçom afastou-se um pouco da nossa mesa e gritou a todo pulmão: “Cozinheiro, serve quatro PFs, mas capricha no feijão que os gaúchos tão a perigo!!!”  Imaginou essa cena?!!! Nós não sabíamos o que fazer, eu então, queria sumir!!!!! Afinal, todo o povo que estava no restaurante dirigiu o olhar para nós!!!
Assim passou o primeiro dia no Rio, foram muitas outras situações hilárias, que pretendo contar em outras desventuras.    darcigpi


“A PEXADA”


Certa vez estava eu andando pela principal rua do comércio em Realengo, quando presenciei “uma pexada de frente”, com grande estrondo: “um fuca” vinha a toda velocidade. No lado oposto “um Chevrolet”. Quando o motorista do Chevrolet viu que ia bater, deu “uma baita freada”, mas o Fusquinha não. O carro que freou ficou mais amassado que o outro.  Felizmente os motoristas se salvaram.    Após o sucedido, eu saí caminhando e logo em frente uma senhora saiu no portão e, percebendo que eu havia presenciado o ocorrido, me perguntou: “o que houve lá?”  Eu, na maior inocência e num bom linguajar gaúcho, respondi: “foi uma pexada entre um fuca e um Chevrolet!”  eu notei que aquela senhora ficou de boca aberta, tentando entender o que eu havia dito.  Como eu percebi que ela não me entendeu, emendei: “foi uma batida de dois autos!”  Parece que “a emenda foi pior que o soneto!”  Aí é que a coisa pegou mesmo! Como eu não sabia mais o que falar nem como me expressar, fui embora, saí dali, mas quela senhora ficou espantada comigo e me acompanhou com aquele olhar incrédulo e sem entender nada! Quando cheguei em casa, comentei o ocorrido com os colegas e um Carioca, que tinha feito amizade conosco explicou: Gaúcho, “Pexada” aqui é um prato de peixe e “batida” é uma bebida alcoólica.
Agora eu já sei: “Auto” é carro; “pexada” é colisão; “Fuca” é Fusca; “Chevrolet” é um Opala e “batida” é uma caipirinha.  Até a próxima desventura!     darcigpi.


A Problematização da Aprendizagem entre Gerações e Tecnologias.

    A Problematização da Aprendizagem entre Gerações e Tecnologias.

            Escrever sobre Educação é bastante complexo, envolve muitos segmentos, diferentes pontos de vistas e várias técnicas de ensino e aprendizagem. Se levarmos em consideração o avanço tecnológico sobre as gerações, a contar da chamada “baby boom” (década de 1920), passando pela geração Y (1970 a 1990),  a “Z” (até 2010) e Alpha (atual), percebemos que cada uma assimilou um pouco da anterior, uma vez que a cultura exerce forte influência sobre o desenvolvimento social e pessoal e, é a partir dela que o professor distingue a individualidade de cada discente e pode aplicar o conteúdo de forma a atender a todos, respeitando o tempo de cada um. A maioria das aulas ainda é centralizada no modelo pedagógico expositivo, onde o professor detém o conhecimento e o discente é apenas um ouvinte, mas a própria LDB estimula o uso das tecnologias, desde que de forma segura e em respeito aos alunos que já trazem seus diferentes conhecimentos e valores, do quotidiano.

            As tecnologias começaram a invadir as salas de aulas e os professores não tiveram outra opção a não ser adaptar-se aos novos métodos de ensino e aprendizagem. Apesar de alguns ainda adotarem as metodologias tradicionais e a grande maioria das escolas não terem acompanhado a evolução contemporânea, principalmente por falta de recursos, pela falta de investimentos e até mesmo desinteresse do Estado. Existe também o fato da pouca acessibilidade às tecnologias por parte da sociedade, que dificulta cada vez mais a evolução da modernização do ensino-aprendizagem. Enquanto isso, os professores têm de se dividir entre a educação presencial, tecnológica e aos livros didáticos para atender a um público diversificado onde uns tem acesso a essas tecnologias e outros não, da mesma forma que alguns professores se especializam e outros não. Isto envolve vários fatores, como a falta de recursos, estímulos e, até mesmo tempo e vontade de evoluir, levando em conta a contemporaneidade as Instituições de Ensino e os professores precisam de especialização para conseguir a tão almejada evolução educacional.

            Do visto nos artigos apresentados e da experiência adquirida ao longo da minha geração posso testemunhar a extensa evolução tanto humana quanto tecnológica. A humana, principalmente pela migração do homem do campo para as cidades e a tecnológica pela facilidade e variação tanto de equipamentos quanto industrial. Apesar da falta de investimentos por parte do Estado, principalmente nos países mais pobres, a sociedade sentiu a necessidade de acompanhar e a buscar cada vez mais conhecimentos e escolaridade. Até a geração Y era pouco necessário o acesso à tecnologia existente. O início da geração Z já prescindiu mais por este avanço e nos tempos atuais, a “Alpha”, tem o privilégio de desfrutar deste avanço desenfreado dessas novas tecnologias, que impacta em novos desafios educacionais, que por variados motivos não tem condições de acompanhar totalmente este salto tecnológico.

sábado, 17 de janeiro de 2026

LIÇÕES DE SAÚDE DO TCHÊ!

 Lição de saúde!

 “Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos! Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.
Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.
A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.
A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse. Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.
Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição.
Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos.
A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.
O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.
Shakespeare não estava sendo metafórico quando disse: “Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos.”
Você quer saber como está seu corpo hoje?
Lembre-se do que pensou ontem. Quer saber como estará seu corpo amanhã? Olhe seus pensamentos hoje! Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você” (Médico Indiano Neurocientista Deepak Chopra).

      Deepak Chopra, (Hindi: दीपक चोपड़ा) (Nova Deli22 de outubro de 1947) é um médico indiano radicado nos Estados Unidos. 

É formado em medicina pela Universidade de Nova Deli.

É também um escritor e professor de ayurvedaespiritualidade e medicina corpo–mente.

https://valeriabritoterapias.com.br/texto-publicado-no-site-do-medico-neurocientista-deepak-chopra/

http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/medico-neurocientista-deepak-chopra/

 Garganta!

O tchê disse que devia ter amigdalite desde o nascimento, devido a um furo na garganta que ia desde a pele externa até o canal interno e devido a esse problema, frequentemente purgava pelo furinho e isso acontecia sempre que o tempo esfriava muito. Ele também me relatou que frequentemente ficava internado no Hospital de Caridade na cidade de sua infância, Santa Maria, no RS. Numa das internações, quando estava na enfermaria e sentia fome, ele gritava “tô com fome”. Aí vinha a enfermeira, que era uma freira (o hospital era atendido por freiras) para conversar com ele, mandava vir a comida, mas antes aplicavam uma injeção. Na enfermaria havia outras pessoas e eles conversavam entre si. Quando, no segundo dia comentou com os outros internos de que estava com fome, incentivado pelos outros internos, ele gritou que estava com fome, novamente a freira (enfermeira) mandou vir a comida, mas antes, novamente a injeção. Depois desse dia, nunca mais sentiu fome no hospital, mas as injeções não deixaram de ser aplicadas. Lembrou também que numa visita matinal do médico à sua cama, ouviu o médico dizer à sua mãe: “quando ele fizer oito anos nós vamos fazer a cirurgia na garganta para retirada das amígdalas e ele não terá mais estes problemas”. Daí ele julga que deveria ter nessa época, uns quatro ou cinco anos, pois ainda nem ia à escola e nem trabalhava. A propósito, nunca fez a tal cirurgia das amígdalas e o corrimento do furinho na garganta era tiro e queda, em mais de setenta anos virou aviso de que vai se atacar.... 

 Estômago!

Ele também me relatou que sempre foi muito ansioso, nervoso e impaciente, tanto que aos vinte e dois anos sofria de gastrite e desenvolveu úlcera péptica estomacal e, em consulta com o cirurgião, após vários exames médicos, este lhe falou que a cirurgia o curaria daquela úlcera, mas outras, provavelmente surgiriam e, inconformado com o possível resultado, ele quis saber o porquê? E o médico muito atencioso, pacientemente explicou: “tu tens de curar primeiro a cabeça, para depois curar o estômago”. E foi depois desta conversa com o cirurgião que ele começou a tomar juízo (ou assim pensava), deixando de se preocupar tanto com o que tinha de fazer.  Ele dizia que até então: “missão dada é missão cumprida” e depois disso as coisas começaram a mudar: “para tudo há seu tempo”. Deixou de fazer a cirurgia, fez tratamentos caseiros para combater a úlcera à base de batata inglesa batida no liquidificador com leite e bebia aquela gosma pelo menos três vezes ao dia, após as refeições. Recuperou-se, mas entre altos e baixos, os sintomas vão se transformando em azia, má digestão e passados os anos, refluxo (não dormir de barriga prá cima, sempre de lado, uso de travesseiro bem alto ajuda muito)! A cura? Como não curou a cabeça, também não conseguiu curar o estômago! Mas... os “prazol” foram abandonados! Um dia ou dois usa água com limão (receita do Dr Lair Ribeiro), um dia água de coco (muito caro), outro dia usa água com canela (receita da Nutricionista), no outro usa água com cravo da índia (receita do Google)  e assim passa o tempo e a doença fica quase esquecida, já que não conseguimos seguir os ensinamentos dos médicos indianos. ultimamente segue também receitas de Clínicas do Aparelho Digestivo, tipo "Nutrição Eficiente", onde diminuiu o consumo de arroz e aumentou os legumes como inhame, chuchu, cará, batatas, verduras, e por aí vai. melhorou muito e parou até de engordar. Carnes vermelhas teve de deixar de lado por causa da gota serena! Só carne de frango e peixes!

VOCÊ QUER TER SORTE? SER SORTUDO/A?

 

 VOCÊ QUER SER SORTUDO/A?

Siga esses passos:

1º passo: Se você quer receber, dê. Isso cria um espaço mental e físico para transformar o processo em ação.

2º passo: Faça escolhas. Limite / restrinja / comprima suas metas / objetivos / propósitos / intenções. Isso libera tempo e energia para que você possa obter o que deseja e também manter as bênçãos que possui agora.

3º passo: Faça algo todos os dias para perseguir / aspirar seu objetivo. Nunca motive / pense / memória que você não pode ter agora. Você pode conseguir isso de uma maneira diferente.

4º passo: Diga "quero" e não "preciso" - você se sentirá alegre/ feliz/ animado/ não aliviado/ restaurado/ revivido/ estimulado quando conseguir.

5º passo: seja grato - você já tem sorte.

Os 5 passos são os seguintes: embora algumas circunstâncias estejam além do seu controle, muitos de nós usamos o conceito de sorte para nos divorciar da responsabilidade pessoal.

“Não fique parado esperando a sorte acontecer. Não vai”

 “Por meio de certas atitudes e ações, podemos realmente atrair bênçãos para nossas vidas.”

 “Na realidade, a sorte estima 1% das bênçãos que recebemos na vida. Os outros 99 por cento estão associados aos nossos esforços e pensamentos.”

(John Rogers e Peter Williams. In: Você não pode se dar ao luxo de um pensamento negativo.)

Texto traduzido e adaptado by myself, from: “Os cinco segredos dos sortudos”, de Claire McIntosh. Adaptado de Sun vol. 2; Editora. Moderna, Eduardo Amos Elisabeth Prescher. 1a Edição. 2002. Páginas 98,99.

 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

APRENDER A ESCREVER E ENTENDER 400 PALAVRAS EM INGLÊS!

    Como aprender a escrever 400 palavras em inglês

      Mario Giubicelli - Jornalista brasileiro que trabalhou por 30 anos na Casa Branca como intérprete, nos transmite estas imprescindíveis lições.

      Se você pensa que eu estou brincando, experimente ler toda esta matéria. Comece logo a estudar inglês, que, diferentemente do que você pensa, é extremamente fácil. Basta apenas seguir algumas regrinhas elementares. Mas, antes de tudo, quero explicar que as regras a seguir apresentam algumas exceções, o que demonstra duas coisas: primeiro, que tais exceções só servem precisamente para confirmar as regras e, segundo, que é bem preferível, errar numa ou noutra ocasião e aprender 400 palavras em inglês, do que ficar preocupado com a rara exceção...e não aprender nada. 

 REGRA 1:

      Para todas as palavras em português que terminem em – DADE (como a palavra cidade) retire o – DADE e coloque em seu lugar TY e assim CIDADE passou a ser CITY. Tente escrever o maior número de palavras possíveis! 

REGRA 2:

      Para todas as palavras em português que terminem em – ÇÂO (como a palavra NAÇÃO) retire o ÇÃO e coloque em seu lugar TION e assim a palavra NAÇÃO passou a ser NATION. Continue escrevendo! 

REGRA 3:

      Para os advérbios terminados em –MENTE (como a palavra naturalmente) retire o MENTE e em seu lugar LLY e assim a palavra GENETICAMENTE passou a ser GENETICALLY.

      Quando o radical em português termina em “L”, como na palavra TOTALmente, acrescente apenas ly. (TOTALLY)

Não pare de escrever e, portanto de aprender! 

REGRA 4:

      Para as palavras terminadas em - êNCÍA (como no caso de essência), retire o êNCIA e em seu lugar coloque ENCE. Assim a palavra ESSÊNCIA passou a ser ESSENCE

Mas, para aprender é preciso treinar. Então não pare de escrever! 

REGRA 5:

      E para terminar este artigo, aprenda a última e mais fácil delas (há um monte de outras regrinhas interessantes). Para as palavras terminadas em -AL (como a palavra general) não mude nada.  Escreva exatamente como está em português.  E ela sai a mesma coisa em inglês. Assim a palavra GENERAL, continuou sendo GENERAL; FEDERAL em LP, fica FEDERAL em LI. 

      Assim estamos treinando apenas a escrita. A pronúncia será um outro artigo a ser lançado em breve. Um abraço aos novos escritores da língua inglesa.   (Artigo adaptado)

NOS LENÇOIS O TCHÊ DEICHOU DE SER MACHO...

 

NOS LENÇÓIS, O TCHÊ DEIXOU DE SER MACHO!


            Nas últimas férias o Tchê disse ter feito uma loucura, foi atrás de um sonho de muito tempo. Queria dormir nos Lençóis Maranhense e lá se foi, mas não pode ir de mala e cuia, como é da tradição gaúcha, porque no avião não podia levar nem a bomba (achariam que é terrorista) e nem a erva boa (achariam que é traficante) do contrário nem o deixariam embarcar no avião e, até provar, que era só para poder tomar seu chimarrão diário, já estaria preso! Na viagem conheceu vários lugares como a Capital São Luís e sua parte histórica. Visitou também São José de Ribamar, que para ele faz parte da Grande Capital, além de Alcântara, a única base de lançamento de foguetes no Brasil, mas outra decepção: além de não poder entrar, não pôde filmar, nem sequer tirar uma foto e nem uma selfie sob ameaça de ficar preso ou perder o celular (a câmara)! A Alcântara Histórica é de dar dó (assim como na Capital)! Está tudo desmoronando, indo abaixo pelo tempo ou pela própria natureza! Muito diferente de uma nação baseada na educação, que preserva os prédios antigos para atrair turistas de todo mundo para o que é visível e não para ver a destruição! Visitou também Barreirinhas (porta da entrada, onde satisfez seu sonho de dormir nesses Lençóis) e de lá fez as excursões para as visitas, pelo Rio Preguiças, via lanchas. Na embocadura do rio está a Praia de Vassouras, andou de quadriciclo e que coisa de louco, ele disse ter visto os miquinhos (macaquinhos, saguís) atacando as pessoas que estivessem com algum alimento nas mãos para tomá-los e fugir entre as árvores da floresta! Nos Lençóis propriamente, onde foi em grupo, em excursão, dessas do tipo safári, ele também ficou impressionado: os ventos sopram carregando a areia constantemente, que forma as dunas e, no final, a areia forma uma ribanceira abrupta, de dar medo de cair e no fundo desta um lago de águas azuis. E isto quase sempre da mesma maneira: uma duna, uma ribanceira, um lago. Parece que não tem mais fim! O guia falou que nesta época das chuvas (ele visitou em junho) os Lençóis formam em torno de cinco mil lagos!!! O guia disse também, que as dunas (areias) avançam em torno de quinze metros sobre a floresta anualmente. O Tchê também ficou impressionado ao observar o final das dunas onde as areias vão cobrindo a floresta, as árvores verdes vão sendo cobertas constantemente, formando verdadeiras montanhas, com vários metros de altura do chão até o alto da duna!!!

O Tchê ficou maravilhado com tudo o que viu e ouviu a não ser por uma visita aos pescadores. Eles informaram que as marés sobem por seis horas e descem nas outras seis horas, num movimento constante! Mas que o deixou de cabelo em pé ao conversar com esses pescadores foi o fato deles relatarem a maneira de pescar. Na maré baixa eles enfiam o braço na toca dos caranguejos e tem tocas tão fundas que vai o braço todo, até o ombro e, ainda tem de ver se é fêmea ou macho. As fêmeas eles tem de soltar para que haja novas gerações. Aí veio o medo do tchê nos Lençóis: os pescadores disseram a ele: “aqui a gente só pode pegar e levar para comer se for macho!!!” Foi aí que o Tchê respondeu: “mais báh, até ontem eu achava que era macho, mas agora tenho certeza que não sou mais macho”!!!     Até a próxima desventura!    darcipi.


O SONHO (OU PESADELO) 

    

        As minhas mãos espalmadas e geladas, ao meu lado esquerdo sentada numa cadeira giratória a mulher mais linda e sorridente que conheço, suas coxas lindas, lisinhas e coradas, levemente cobertas pelo vestido solto, colorido e levemente transparente.  Nós dois sentados lado a lado e de repente ponho a mão sobre sua grossa coxa e, para surpresa, o formato da mão ficou gravada. A imagem na pele altamente arrepiada, o giro da sua cadeira e a fuga rápida, chamou minha atenção e de outras pessoas, que repentinamente surgiram. Aparentemente estávamos sós e como surgiram tantas pessoas estranhas ao nosso redor? Por quê ela fugiu apavorada? Pelo menos olhou para trás e, quando ela me olhou, eu acordei! Foi um sonho? Ou um pesadelo? 
     Alguém saberia interpretar este enigma para mim? Rsrsrsrsrsrsrsrs


O CORTE DE CABELO


            Cortar o cabelo é como um ritual e envolve certa amizade e confiança entre o cliente e o barbeiro.  Como estava há pouco tempo no Rio e não conhecia nenhum, perguntei a um carioca vizinho, onde ele cortava e me levou na barbearia do conhecido dele.    O cara parecia bom mesmo, pois a barbearia estava lotada.  Pacientemente esperei, mas não parava de chegar mais gente.   Quando chegou a minha vez ele abriu a conversa dizendo que o cara  que me levou lá era cliente dele de muito tempo.  Após o “quebra-gelo” ele me perguntou que corte eu queria?  Eu perguntei qual seria o melhor?  Ele respondeu: tem o “tradicional”; “à máquina”; “à tesoura”, “cadete”; e foi desfiando um leque de modelos e maneiras de cortar o cabelo....  Eu então, na maior inocência, achando que ele estava falando sério, caí na asneira de perguntar como era o corte “tradicional”?     Olha, é uma coisa inacreditável, mas tava todo mundo prestando atenção à nossa conversa.... e a resposta foi:  Gaúcho, o tradicional é “dois a quatro em cima e pica atrás”!!!...   Pergunte se eu voltei lá!!!???   Aquele miserável....  

SERVIR O PEIXE


            Ir à feira aos finais de semana parece um ritual para os cariocas e como estava lá resolvi acompanhar uns conhecidos.  O meu vizinho conhecido como Máximo  (era o nome de guerra dele, como a pessoa é conhecida), me convidou para acompanhá-los.   O interessante no Rio de Janeiro é que se você é conhecido ou amigo de um só, você é amigo de todos, e de toda a cidade.... nunca tinha visto nem experimentado nada igual em toda a minha vida....  Aprendi com eles que a melhor hora de ir à feira era “na hora da xepa”, quando os feirantes estão no final do estoque e loucos para se livrarem das mercadorias, aí se negocia tudo aos montes por baixo preço....    nas feiras do peixe, a impressão que eu tinha era que tudo tinha sido pescado na noite anterior.  O Máximo me sugeriu comprar um peixe para o almoço. Os feirantes  já descamavam e limpavam na hora, ou seja, vendiam o peixe limpo.  Escolhi um bem grande com a ajuda dos outros. Levamos para a casa do Máximo e a esposa dele o preparou.    Bem a peixada ficou pronta e fomos para a mesa almoçar...  a surpresa ficou para a hora de servir... o amigo então falou: “pessoal, agora vamos ser servidos pelo gaúcho:   ele chupa a cabeça e dá o rabo para os outros”....
            Os cariocas são muito amigos.... mas, para sacanear com a gente.... tão sempre prontos também!!!         Abraços a todos.  darcigpi.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

ALGUMAS PERIPÉCIAS COMO PROFESSOR!!!

  

O  ARROCHO (como professor)  NO  PRÉZINHO

            O Tchê disse que a 1ª vez que trabalhou em uma Escola Particular,
 pequena, com turmas do prézinho até a 5ª série, para ministrar aulas de inglês, 
sofreu um pouco. As primeiras aulas são sempre as mais problemáticas, pois não 
conhece aos alunos e nem eles o conhecem. Com o passar dos dias, foram se 
conhecendo mutuamente e havia uma turma com um aluno extremamente 
agitado, irrequieto, não dava folga a ele e nem aos próprios colegas. Numa certa 
aula sobre as cores, foi a gota d’água. A tarefa era pintar a paisagem usando os 
lápis de cores, conforme ia falando e estava escrito nas figuras, mas os alunos 
não sabiam ler ainda. Conforme ia dando as instruções, todos iam pintando, mas 
o dito cujo apenas fazia um risco com a cor indicada e gritava: o meu está 
pronto! O tchê disse que ia até a mesa e explicava como tinha de fazer: 
preencher tudo o que estava dentro da figura, fazendo o contorno, preenchendo 
com o lápis na cor indicada todo o espaço delimitado, para ficar bonito e concluir 
a tarefa igual aos outros coleguinhas, mas o aluno parecia não entender. O tchê 
contou que foram tantas vezes que chamou a atenção do aluno e o aluno não 
tinha jeito de fazer direito, que não aguentou e tacou um beliscão no braço do 
aluno! Ao agir daquela maneira, os alunos ficaram tensos, todos ficaram em 
silêncio e antes do aluno começar a chorar, pegou no braço de outro aluno e 
torceu o uniforme na altura do ombro, como se tivesse dado um enorme 
beliscão, repetindo o mesmo gesto de torcer o uniforme com beliscões nos outros colegas repetindo: “e tu também! faz a lição direito!”.  Se o aluno beliscado de verdade ficou com alguma marca no braço, nunca soube e nem sabe explicar como tomou aquela atitude repentina de torcer o uniforme de vários estudantes, pois se tornou uma brincadeira dentro da sala de aula naquele dia e se o aluno o entregasse para a Direção da Escola, tinha várias testemunhas que ele não tinha beliscado de verdade e isto o salvou da demissão. 

VOU TE PROCESSAR PROFESSOR!
O tchê disse que quase sempre trabalhou os três turnos dando aula, sendo dois turnos na escola pública e outro na escola particular. Falou também que os problemas e desavenças com os alunos, na maioria das vezes acontecem nos primeiros dias de aula. E dessa vez não foi diferente.  Ele disse que foi contratado para ministrar aulas e o semestre já tinha iniciado há uma semana. Tudo acertado com a direção e coordenadoria, lá vai o Tchê para a sala, a porta estava fechada e a maior bagunça lá dentro. Ao abrir a porta, deu um passo e parou: havia um aluno em pé em cima da mesa do professor e, este notou a entrada do professor na sala. O Tchê me contou que nesta hora, antes de falar qualquer coisa, nem mesmo chamar a atenção do aluno, este, sem nem descer da mesa, falou: Professor olhe bem para a sala e, se me chamar a atenção vou processá-lo por racismo! O Tchê falou que custou a entender as palavras do aluno, mas olhou em volta da sala e por incrível que possa parecer, só havia ele mesmo, um único aluno negro na sala. No mesmo instante, o Tchê disse para a turma: pessoal, vocês não me viram e não estou aqui, saiu de costas e fechou a porta devagarzinho. Esperou do lado de fora a turma fazer silêncio e se recompor, colocando as carteiras no lugar, para depois entrar e se apresentar como o novo professor da escola. Depois, na hora do intervalo, o aluno foi conversar com o tchê e explicou porque ele era o único negro da sala de aula e, a partir daquela aula ficaram amigos e até hoje quando se vêem na rua se cumprimentam e até batem papo. Ah, o motivo, o aluno era filho de uma funcionária da escola e ganhou uma bolsa escolar, por isso conseguia estudar em escola particular. Parece constrangedor, mas era uma grande realidade da sociedade num passado não tão distante. 

“HOJE EU VOU TE MATAR, PROFESSOR!”

Para recordar algumas conversas, para não dizer algumas confissões do Tchê, vou relatar alguns casos acontecidos que ele me relatou. O primeiro episódio que veio à cabeça dele foi quando recém tinha iniciado o ano letivo no noturno, nas primeiras aulas, estava ele escrevendo a matéria no quadro quando ele ouviu algum aluno lá no fundo da sala falar bem alto, para todos ouvirem:  “Hoje eu vou te matar, professor!” Ele relatou que naquele momento, parece que o mundo pára!!!  A sala imediatamente se transforma num silêncio sepulcral, é tão grande que se ouve o bater de asas de um mosquito (carapanã, pernilongo)!  A sala (os alunos) espera um desfecho daqueles, estrondoso, às vezes a Direção da Escola tem de intervir e outras vezes até vira caso de polícia e muito mais... Mas, em se tratando do Tchê...  Ele me disse que nem se virou para ver quem havia feito semelhante ameaça e  que respondeu de supetão, sem nem pensar... “só se tu vestires uma saia, vivente!!!”   parece que ninguém entendeu o que o Tchê respondeu ou falou no linguajar dele,  pois nem se virou para falar!!! Nem mesmo quem tinha dito que ia matá-lo, voltou a se pronunciar, ele acha que o ameaçador não entendeu nada. A resposta que ele deu ficou em branco.  Aí ficou o dito pelo não dito e a aula se desenrolou normalmente até a hora da sirene tocar e acabar a aula. Um aluno se aproximou do Teacher, cumprimentou-o, pegou na mão dele e sapecou: “hoje eu tava a fim de qualquer besteira, mas o senhor não me enfrentou!”  O Teacher me confidenciou que ao segurar a mão de seu discípulo, estava gelada, suada e o aluno quase nem se continha em pé! Disse-me ainda, que o aluno confidenciou-lhe que havia tomado todas e nem deveria ter ido à escola, mas foi só para poder parar de beber. Disse, também que ainda conversaram “algumas abobrinhas” e ficou por isso mesmo. Soube tempos depois que o referido aluno tornou-se vigilante e sempre que se vêem, se cumprimentam e trocam algumas palavras rápidas.  E a vida continua. 

“ESSE PROFESSOR É UM BABACA!!!!”

            Quando o Tchê me contou esta história, na hora do intervalo, ele ainda estava meio nervoso. Estes acontecimentos são comuns no início do ano letivo quando alunos e professores tem os primeiros contatos. “Tu acreditas, que estava eu dando a minha aula tranquilo e um aluno me chamou de BABACA? Ele disse com todas as letras “ESSE PROFESSOR É UM BABACA!!!!” E o que tu fez gaúcho? “Só me virei e concordei com o aluno que falou: Tu tens razão! Sou babaca mesmo! Eu devia era revisar gramática, coisa que vocês vêem desde o 1º ano de Inglês, como o verbo “to be” e não dar aulas diversificadas, como ensinar matemática em inglês, coisa que é cobrado no PAS!!!” E tu não levou o aluno para a direção?? que nada! Ele disse que desconfiava de um aluno que tinha dito aquilo, mas não perguntou prá ninguém, para não se estressar e nem se incomodar, logo no início do ano letivo. Disse ainda, que faz parte da vida do jovem tentar desafiar seus pretensos superiores, especialmente os professores, para se impor perante seus colegas e, com essas atitudes, cresce o conceito do aluno desafiante com os colegas e, por uma atitude destas, muitas vezes estes alunos se tornam líderes da turma.           

PENA DO RABO ...e outras desventuras...

PENA DO RABO!!

            O Tchê contou para nós, que por brincadeira, uma piada se tornou realidade. Ele disse que carrega na carteira de documentos a pena do rabo de um galo, porque todos sempre pegam no pé dele. E, além de mostrar, tem de justificar: “quando eu era jovem, como vocês, eu não tinha pena do rabo, mas agora eu tenho!” Rsrsrsrsrs! darcigpi.


      A PRIMEIRA VEZ DE “UM GO GO BOY”

O Tchê me contou uma história que eu fiquei abismado, pois nunca imaginaria que ele tivesse cara ou jeito de um “GO GO BOY”, para nós brasileiros: garoto de programa (gp). Mas vamos a mais esta desventura ou mais uma das peripécias dele.  Ele me contou, que quando ainda era solteiro, ele se mudou para o Rio à procura de vida melhor.  Quando lá chegou, o dinheiro não era fácil, então em conversa com alguns cariocas, que moravam perto dele foi que o Max deu a ideia e ensinou como ganhar algum dinheiro rápido.   Max (era o nome do amigo que deu todas as dicas e indicou ao Tchê o caminho das uvas, ele podia escolher entre a Central do Brasil ou a Cinelândia, aonde ele conseguiria algum dinheirinho descomplicado, rápido e fácil, até conseguir um trabalho permanente.  Para se ter uma melhor idéia, esses locais se assemelham ao Conic, em Brasília. De posse dessas informações e necessitando de grana para poder se manter, ele foi para a Estação Central, à noite, e tomou posição na frente de uma grande Avenida.  Em seu primeiro encontro, um brutamonte (ele me disse que o cara era enorme, grandão e corpulento) se aproximou num carrão, desceu, cumprimentou-o e apalpou seu corpo quase inteiro, especialmente na área da cintura, como se estivesse procurando alguma arma.  Como o homenzarrão se conscientizou que ele estava desarmado, então foram para o carro. Conversaram sobre muitas coisas, tais como o valor, as condições gerais, o retorno....  eo tempo foi passando...  quando se deu conta, já estavam no apartamento do cara, perto da Avenida Brasil, o Tchê acha que foi lá pelo 20º andar.   Disse ainda, que a grande surpresa ficou para a última parte do acerto, quando eles já tinham até tomado umas e banho aí ele ouviu o grandalhão comentar que com ele “o programa era meio-a-meio!" ....
Toda vez que eu pergunto ao Tchê, já que todos querem saber: como foi o programa, o que aconteceu lá? E aí? Foi fato ou foi ficção???   Bem, o Tchê nunca confirmou nem desconfirmou sua “emocionante desventura” (palavras dele), mas sempre repete: “Bueno tchê, sobrevivi àqueles maus tempos”... Nos vemos na próxima desventura...        darcigpi.


UM ALMOÇO INTERNACIONAL...


Quando o Tchê morou no Rio de Janeiro e ainda não tinha um trabalho permanente ele sobrevivia fazendo alguns trabalhos pouco exigentes, às vezes, ele era convidado até para fazer alguns programas, pois conseguiu alguns clientes e estes iam passando a outros e formavam uma corrente de conhecidos.  Ele me disse que em certa ocasião foi convidado por uma mulher bonita (não disse o nome dela – top secret) para a acompanhar em uma viagem de avião, até Buenos Ayres, a capital da Argentina. Foi a primeira vez que ele fazia um vôo, especialmente internacional e ainda foi pago para essa extraordinária aventura!!! No entanto, se tornou mais uma desventura como vamos descobrir nesta descrição! Sua companhia lhe deu permissão para que ele assumisse o controle, como se ele fosse muito importante.   Eles foram almoçar em um restaurante famoso na Calle Florida, centro da cidade.  Sentaram-se e o garçom trouxe o cardápio. Como foi sua primeira viagem internacional, em um país desconhecido, ele optou por uma comida trivial e a sua senhora concordou com arroz, feijão, salada e bife e, como o garçom tinha retornado, ele comandou: Traga-nos duas refeições com dois bifes, por favor!  Assim que ele terminou de pedir o garçom perguntou surpreso: dois almoços e dois bifes??!! O Tchê em sua inocência confirmou: "Sim, um para mim e outro para a minha companhia!?” Ele disse que quando fez a confirmação, todos no restaurante olharam para sua mesa, mas ele não conseguia entender o motivo do choque aparente com o pedido.  O garçom começou a servir a comida na sua mesa, mas quando ele trouxe os dois bifes.... Foi aí que ele percebeu o seu erro.   Ficaram envergonhadíssimos!!!   Ele me disse que não sabia onde enfiar a cabeça, onde se esconder!   Imagine isso: cada bife tinha pelo menos cinco centímetros para fora, em cada lado de seus pratos e de dois a três centímetros de altura! Você ficou incrédulo com esta descrição??? ... imagina quem estava lá com ele e os outros clientes do restaurante!!!???  O Tchê disse: "Oh, meu Deus!!! Foi inacreditável!!! Nós só conhecíamos o bife brasileiro, que é um pedaço de carne e não é maior que a palma da nossa mão! E o bife argentino???? É difícil até de imaginar como uma pessoa normal possa comer um bife inteiro!!!???   Ele disse que esse foi o almoço mais vergonhoso e intragável que teve na vida.  Sua companhia???   Continuaram na cidade por uma semana, e quando eles voltaram para o Rio, nunca mais o convidou!!! 
Esta foi mais uma desventura do Tchê, só que internacional!!!! Rsrsrsrsrs!   darcigpi.

SERVIR O PEIXE


            Ir à feira aos finais de semana parece um ritual para os cariocas e como estava lá resolvi acompanhar uns conhecidos.  O meu vizinho conhecido como Máximo  (era o nome de guerra dele, como a pessoa é conhecida), me convidou para acompanhá-los.   O interessante no Rio de Janeiro é que se você é conhecido ou amigo de um só, você é amigo de todos, e de toda a cidade.... nunca tinha visto nem experimentado nada igual em toda a minha vida....  Aprendi com eles que a melhor hora de ir à feira era “na hora da xepa”, quando os feirantes estão no final do estoque e loucos para se livrarem das mercadorias, aí se negocia tudo aos montes por baixo preço....    nas feiras do peixe, a impressão que eu tinha era que tudo tinha sido pescado na noite anterior.  O Máximo me sugeriu comprar um peixe para o almoço. Os feirantes  já descamavam e limpavam na hora, ou seja, vendiam o peixe limpo.  Escolhi um bem grande com a ajuda dos outros. Levamos para a casa do Máximo e a esposa dele o preparou.    Bem a peixada ficou pronta e fomos para a mesa almoçar...  a surpresa ficou para a hora de servir... o amigo então falou: “pessoal, agora vamos ser servidos pelo gaúcho:   ele chupa a cabeça e dá o rabo para os outros”....
            Os cariocas são muito amigos.... mas, para sacanear com a gente.... tão sempre prontos também!!!         Abraços a todos.  darcigpi.





quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

As cores e o nosso comportamento.

 

A influência das cores sobre o comportamento humano.


        Em primeiro lugar, vamos entender o que é cor - isso depende dos diferentes graus em que os vários comprimentos de onda de luz estimulam o olho. A luz pode ser vista quer como originário diretamente a partir de uma fonte de luz ou como luz refletida. A luz branca é percebida como incolor porque o olho está completamente sincronizada com as características de tal luz, e apenas uma sensação de cor neutra é estimulada por ela. A cor tem tantos significados para diferentes observadores que uma definição estrita é difícil, se não impossível.

       Em outras palavras, a percepção da cor é o processo de distinguir diferentes formas em que pontos ou manchas homogêneas de luz aparecem a um sujeito. A aparência pode ser descrita em termos de matiz (vermelho, laranja, verde, azul, amarelo e violeta sendo as cores espectrais ou cores cromáticas); saturação (de puro, através de pastéis ou marrom, para insaturada, matiz menos cinzas); e luminosidade ou brilho (negros, através de cinzas, para branco ou cores acromáticas).

      A próxima classificação divide as cores cromáticas em grupos por tom, ou seja, todos os vermelhos estão juntos, todos os azuis estão juntos, e assim por diante. Ao fazê-lo, um círculo contínuo de tons sobrepostos é formado, que vão do vermelho ao laranja para amarelo, e depois através de verde para azul e violeta. Violeta sobrepõe vermelho, completando assim o ciclo.
          À medida que temos conhecimento que cor é uma sensação e é reconhecida quando a luz incide sobre a retina do olho, então entendemos que outras categorias também as estudam. Assim a Química diz que cor é uma qualidade relativa a um pigmento ou um tom, a Física pode definir a cor em termos de qualidades como comprimento de onda e intensidade de luz. A Psicologia descreve cor em termos de percepção visual e os psicólogos dizem que "A cor que você decidir usar em qualquer situação – negócio, social ou romance – diz muito mais sobre você do que as palavras que você fala", assim sendo vamos nos deter nesta assertiva.
            
     Bem, nós queremos mostrar como as cores das roupas podem influenciar até mesmo no nosso desempenho frente aos outros, oponentes, parceiros ou... Por este caminho, temos de perceber que em outros tempos, antes de você ler estas linhas, você pode ter escolhido suas roupas sem pensar em seus objetivos. Mas agora, sabendo como as outras pessoas reagem (involuntariamente) a certas cores, você certamente vai vesti-las (ou usá-las) de forma a obter um propósito valioso e ajudar a si mesmo !!!

         vamos começar com o
 vermelho - diz respeito à energia, poder e paixão. Esta cor imediatamente atrai o olhar e não há nenhuma maneira de você não perceber, não olhar. A cor vermelha ainda é associada ao sexo e ao imaginário, mas o uso constante pode identificar que a pessoa pode sofrer de altos e baixos.

Amarelo - é tudo menos maduro. Os olhos são atraídos para o amarelo mais rápido do que qualquer outra cor. Mas o amarelo cria ansiedade e o/a torna mais estressado/a, mas você demonstra ser espiritual e inteligente. Você está sempre em alto astral e encanta as pessoas por onde passar. No amor, você sabe como ninguém seduzir e fazer feliz seus amigos. Para sentir-se realizado/a, você deve ter convicção do sentimento e da fidelidade do/a amigo/a. Só desta forma você se entrega e vive intensamente o amor.

Azul - é considerado como amigável e acessível. Vestindo os azuis mais escuros - azul royal e marinho - em situações de negócios pode marcar-lhe pontos. azul muito pálido incentiva fantasia e os voos da imaginação e você está tranquilo e em paz com você mesmo. Quando o assunto é amor, você é exigente e ciumento. O medo de estar sozinho/a faz você se difundir e lutar sem razão. Azul-verde - é uma outra cor emocionalmente agradável. Nos tons mais escuros, azul-verde é associada ao prestígio e preferida pelos favorecidos pela riqueza - 3% dos norte-americanos. Estas cores, são usadas pela polícia e forças armadas, expressa automaticamente as autoridades

Branco - está associado com a pureza e castidade, bem como com o imaculado, sem manchas. Branco combina bem com praticamente todas as cores, mas usado sozinho pode significar um desejo de liberdade. Vestindo um terno branco ou dirigir um carro branco implica que você pode ter dinheiro suficiente para manter suas posses imaculado.

Preto – não é uma cor amigável e as pessoas estão inclinados a não se aproximar de você durante o dia. Mas ele complementa todos os tons de pele do sexo feminino e tem um efeito frágil, esguio/a e elegante e você coloca mistério em sua vida.

Verde – você é um/a otimista, construtor, bem ajustado que gosta das coisas boas da vida, incluindo dinheiro. Certo, quem gosta e veste o verde não tem medo dos desafios que podem pintar e sabe como enfrentar os problemas de frente. Você se preocupa demais sobre o dinheiro e, isso, ele / ela deixa um pouco de lado as baladas e os encontros com os amigos. Quando ele / ela ama é fiel e ele / ela faz tudo para manter a paixão e o carinho com o seu par.

Roxo – artístico e criativo, você pode parecer excêntrico, mas usa sua paixão para expressar-se e impressionar aos outros.

Prata – você é seguro/a e otimista sobre fazer sucesso financeiro.

Marrom – você é conservador. Ao invés de agir por impulso, você planeja tudo com cuidado, para alcançar seus objetivos.

Bege – você tem um forte senso de dever, é uma pessoa estável e que tenta levar uma vida produtiva.

Dourado – independente e vistosa/o, você é do tipo ostentação e não se importa de ostentar.

        Bem estas foram as principais cores para o vestuário e, a partir de agora vc pode procurar usá-las em seu favor e para variados objetivos.

        Lembre-se, “a roupa faz o homem” e para a mulher, a cor pode ter efeito semelhante, de acordo com a designer de Hollywood Nolan Miller.

Adaptado das revistas “Mulher, de Agosto de 1990 e “Todateen”, de agosto de 2005; e Colors - Microsoft® Encarta® 98 Encyclopedia. © 1993-1997 Microsoft Corporation. Todos os direitos reservados.

Postado originalmente em Língua Inglesa em 17 de outubro de 2015 - A cor que você veste diz mais sobre você do que sua fala!



QUEM MAIS VIVEU, SEGUNDO A BÍBLIA

 Quem viveu mais                                 Pela ordem :

Adão: 930 anos                                     1. Matusalém: 969 anos
Set: 912 anos                                       
2. Jared: 962 anos
Enos: 905 anos                                     
3. Adão: 930 anos 
Cainan: 910 anos                                 
4. Set: 912 anos
Malaleel: 895 anos                                 
5. Cainan: 910 anos 
Jared: 962 anos                                     
6. Enos: 905 anos 
Henoc: 365 anos                                   
 7.Mallaleel: 895 anos 
Matusalém: 969 anos 
                             8.  Lamec: 777 anos
Lamec: 777 anos                                    9. 
 Henoc: 365 anos 

    Sempre tive dúvidas sobre esses dados: será que o calendário era o mesmo do atual? Sempre soube que houve vida humana no planeta  antes de Adão e Eva e eram chamados de pré Adâmicos, nessa época o planeta tinha a mesma rotação, já que o planeta teve vários reinícios após ser atingidos por meteoros e acabar de vez com a vida como era, e reiniciar nova fase?  

   há, também outras teorias e, segundo os autores de "Os Alienígenas do Passado", de que eles poderiam ter sido abduzidos e levados a outros planetas, para aquisição dos conhecimentos superiores aos dos outros e, neste caso, as viagens durariam muito tempo, sem que as pessoas notassem. 


terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Perrengues do Intervalo!

 O Tchê é gay  

      Em sala de aula os alunos sempre estão tentando levar a melhor sobre os professores e, principalmente para se firmarem como líderes, os desafios surgem de várias maneiras. Nas primeiras aulas do ano ou semestre, os alunos sempre perguntam o significado da palavra GAY e de acordo com o Dicionário de Língua Inglesa, pode significar uma pessoa alegre, extrovertida, que seja sempre hilária e, não apenas alguém que goste ou se apaixone por pessoa do mesmo sexo. A partir daí, alguns tem a coragem de chamar o tchê de gay, quando passam por ele. Se fosse qualquer outro professor, levaria os alunos para a Direção, mas o tchê dá uma resposta, que o aluno nem percebe que também está sendo sacaneado: “e aí tchê gay?”  A resposta é sempre a mesma: “os semelhantes sempre se reconhecem!”

 O tchê como sempre trabalhava 40 ou 60 hs semanais, quase sempre quando os outros chegavam ele já estava no sofá e tinha uma professora que chegava quase sempre em cima da hora e ao entrar na sala falava: “cheguei!” O tchê aqui, acolá retrucava: ainda vou processar essa professora, toda vez que chega nesta sala fica me xingando: “tchê gay!” pois foram poucas vezes e não falava mais!

A troca dos bonés!

O Tchê frequentemente ficava encarregado da segurança nos corredores da escola, durante o horário do recreio e aqui, acolá, entrava em fria. Ele falou que na 1ª vez que teve de interceder na disciplina dos alunos, teve de conduzir dois alunos para o Orientador tomar as providências, marcou pelos bonés e seguiu na frente. Quando chegaram na porta, ele olhou para os alunos e notou que não eram os mesmos que haviam aprontado, apenas os bonés eram os mesmos!!! Os alunos olharam para ele e não falaram nada, apenas estavam sorrindo!!! E agora, o que fazer??? Ele disse que sorriu para eles e... ficou sem ação. Apenas sorriu como resposta e não fez nada, além de dar tchau!!! No dia seguinte comentou na sala dos professores e foi mais uma que os alunos levaram a melhor...

Briga na Fila da Merenda!

 Um episódio que marcou algumas vidas de alunos e do Tchê, foi uma discussão na hora do intervalo: alunos o chamaram porque estava tendo uma briga na fila da merenda. Quando havia indício de briga ou discussão entre aluno e professor, formava-se uma rodinha e ainda mais na hora do intervalo, aí então nem se fala. Um aluno grandão estava na frente e esperava pegar a sua merenda, quando começou a discussão. Alguns disseram que ele tinha furado a fila.  O grandão era um bom líder e os alunos do grupo dele, o cercavam para o livrar das implicações. O Tchê disse que tinha de olhar para cima, tão grande o aluno era, que ao chegar junto ao aluno o silêncio tomou lugar e perguntou: e aí, os teus colegas estão dizendo que tu tá furando a fila e ainda quer bater neles. Ele negou e disse: “eu troquei de lugar, não furei fila nenhuma”. O Tchê completou: mas eles estão dizendo que tu gosta de brigar e vai bater em alguém hoje!!! Tu vai me bater??? “Não professor”! Ah bom, porque se tu me bater e eu gostar, tu vai ter de me bater todos os dias”! Ele disse que não sabe de onde tira e nem como surgem essas palavras e, quando acabou de falar isso, o riso até a gargalhada, gritaria foi generalizada e todos se afastaram. Até quem não tinha entendido o diálogo, ao tomar conhecimento, saiu rindo, afinal não teve briga, não teve direção e todos saímos ilesos.


Homens também fazem Papanicolau?

      ¨PAPANICOLAU¨ PARA HOMENS!?? A RETOCOLONOSCOPIA DO TCHÊ!!

       O tchê me falou que tinha de fazer uma avaliação médica e quando entrou na sala de espera do consultório, percebeu que já havia de sete a nove homens antes dele. Mas o exame foi agendado pela secretária do médico então entrou, marcou presença com a secretária e ela mandou ele se sentar e aguardar o médico que ainda não havia chegado, então sentou-se. Depois dessa apresentação, apesar da sala estar cheia, não se ouvia nenhuma palavra, ninguém falava nada, todos estavam olhando para o chão e de cabeça baixa. Ninguém falava ou dizia qualquer coisa ou palavra. O silêncio era total, parecia que estavam numa solenidade sepulcral. Ele disse que podia se ouvir a respiração dos outros. Ele havia chegado na hora agendada, mas ... havia mais nove homens esperando pela consulta. O tempo passava, ninguém saía do consultório e ninguém era chamado! O tchê disse que para ele havia passado uma eternidade quando finalmente a porta do consultório se abriu e o médico entrou na sala de espera. Solenemente fez sua apresentação, pediu desculpas pelo atraso (como sempre estivera operando na sala de cirurgia), e disse a ordem de atendimento de seus pacientes (ou seria clientes), o tchê seria o segundo a ser examinado. O médico continuou seus avisos, e de repente deu um anúncio incrédulo: “Senhores, gostaria de dizer que não aceito nem flores, nem chocolates nem em minha casa e nem em meu consultório”. Depois disso, ele chamou o primeiro paciente pelo nome. O tchê disse que quando ouviu o médico pronunciar isso, ele não conseguia acreditar, era um absurdo um médico ter dito isso! Esta foi a deixa para perguntar: por quê? Gostaria de mandar flores ou chocolates ao médico? Oh meu Deus! Meu amigo ficou louco!!! "Eu não posso te falar nada sério A história continuou quando finalmente foi chamado pelo médico. Ele me contou que havia uma sala enorme, três enfermeiras, uma grande quantidade de equipamentos eletrônicos, inclusive um monitor de vídeo. Uma enfermeira o conduziu até um cubículo quadrado para trocar a roupa por um avental aberto nas costas. Depois disso, ela o levou para uma mesa ou cama especial ele não conseguia descrever (uma cama do exame do Papanicolau para as mulheres), onde foi colocado com as nádegas para cima. Ele havia colocado as pernas amplamente separadas como se fosse uma mulher, mas na forma inversa da "posição do Papanicolau" das mulheres! Ele disse que o médico tinha falado que era um exame de rotina, mas que não poderia se mover em hipótese nenhuma, sob pena de se machucar!  O tchê disse que não tinha ideia de como seria o procedimento médico. Posteriormente o médico (ou a enfermeira, ele não estava vendo) colocou vaselina em sua cavidade anal, deu uma palmadinha e começou a introdução um dispositivo tipo um guarda-chuva e começou a girá-lo e alargar o seu orifício anal, conforme ia abrindo cada vez mais mais alargava e começou a causar algum desconforto e dor nas nádegas, no orifício anal  e nas costas. Ele disse que reclamou com o médico que pediu paciência e imobilidade. A história continuou, e seu relato nos diz que depois disso, alguns procedimentos foram implementados pela equipe do médico e ele se lembrou do “curso de filmagem que havia feito”.  Primeiro entrou o “cableman – o iluminador” e arrastou a fiação de iluminação e as lâmpadas, assim que estava iluminado dentro de seu orifício anal, ele colocou algumas cadeiras e chamou os outros componentes da equipe de filmagem como o cameraman e o diretor de cena e produção gritava “ação” dentro de seu intestino…. Nessa hora o médico chamou sua atenção e disse que podia olhar para o monitor à sua frente. Ele até olhou para o monitor, mas as imagens eram muito, muito fortes. Era seu intestino, o interior de seu corpo! Ele disse ... naquela hora pensou que ia desmaiar ... o passeio do cameraman continuou no saguão, as "paredes" estavam brilhando, vermelhas, úmidas ... mas ele não podia continuar olhando para isso sem correr o risco de desmaiar!?
       Ele contou com o propósito de encerrar a conversa, que estava totalmente suado! Seu corpo totalmente molhado, da cabeça aos pés!!! A pesquisa médica e o filme acabou. As pessoas cessaram de trabalhar, a parafernália foi aos poucos retirada de seu intestino; o médico parou de se movimentar atrás dele e disse: está pronto! A ‘colonoscopia do reto’ está concluída! Você não tem qualquer coisa, você está muito bem! Pode sair! Mas… quando ele se levantou e se postou ao lado da mesa (ou cama)… o médico gritou: Enfermeira !! Dê um chazinho a ele, senão vai desmaiar aqui !!!
Meu amigo disse que pelo menos havia saído da sala de exames do consultório por uma porta traseira !!! assim aquele monte de pacientes não poderia ver o estado que o homem sai depois do exame de Retocololonoscopia!!???
Em tempo: Hoje em dia esse exame é feito com o paciente dopado !!! Graças a Deus!!!
 

VÍDEOS ENGRAÇADOS

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